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18/09/2017 - Osteoartrite: doença que atinge 15 milhões de brasileiros

Osteoartrite: doença que atinge 15 milhões de brasileiros

Pérola Grinberg Plapler

A Osteoartrite (OA), também conhecida como artrose é uma doença articular degenerativa e inflamatória, ainda sem cura, que acomete especialmente as articulações do joelho, quadril, coluna e mãos. Os números dessa doença impressionam: são 15 milhões de brasileiros que sofrem dessa patologia, segundo o Ministério da Saúde.

A doença pode ter diferentes causas: pós-traumática, idade, questões genéticas, excesso de peso e obesidade. Os idosos são a faixa etária mais atingida pela doença, mas o que estamos acompanhando é um crescimento considerável de jovens diagnosticados com OA.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OA está na quarta posição do ranking de patologias responsáveis pela perda da qualidade de vida. A pessoa que tem artrite sofre com muitas dores, rigidez e travamento das articulações, o que leva à redução da mobilidade.

Existem diversas opções que podem ajudar para que o paciente tenha uma vida confortável. Nos casos mais graves próteses de joelhos e quadris são uma opção de tratamento.

O ideal é tratar os sintomas da forma menos invasiva possível. Para isso, um grande aliado é o peptídeo de colágeno. Em estudo apresentado no Congresso Mundial de Osteoartrite (OARSI), nos Estados Unidos sobre a utilização do peptídeo de colágeno no combate aos sintomas, o resultado comprovou o efeito condroprotetor da cartilagem quando de sua utilização. Além disso, ele tem efeito anti-inflamatório e analgésico prolongada.

A suplementação com minerais quelatos e vitamina E, ambos antioxidantes, também tem se mostrado muito importantes para esses pacientes, visto que uma das causas/consequências da OA pode ser o estresse oxidativo, quando o organismo não produz a quantidade de antioxidantes necessárias para combater os radicais livres.

Os pacientes com Osteoartrite precisam buscar alternativas, junto ao médico, de tratamentos que permitam a eles levar uma vida normal com menos dores.

*Pérola Grinberg Plapler é médica fisiatra e Diretora da Divisão de Medicina Física da FMUSP

Fonte: jornal Diário de S. Paulo – publicado em 20 de agosto de 2017




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